Quanto vai aumentar a prestação do crédito à habitação?

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Quanto vai aumentar a prestação do crédito à habitação?

A Euribor tem subido de forma acentuada nas últimas semanas, levando ao aumento das prestações mensais do crédito à habitação. Traçamos cenários para subidas de até 3% e explicamos como amortecer esse impacto. Simule e saiba quanto pode aumentar a sua prestação.

Vários anos de taxas de juro negativas permitiram aos consumidores aceder a crédito com menos custos e manter em alta a procura. No entanto, a recente subida da inflação no espaço europeu reacendeu os receios de inflexão da taxa de juro, que iniciou uma trajetória de subida nos últimos meses e se acentuou com a eclosão do conflito militar no leste da Europa. Quase sete anos depois, a Euribor chegou a índices positivos a 12 de abril e, em menos de meio ano, passou a marca dos 2,5%, na maturidade a 12 meses. Há muito que os economistas previam que tal viesse a acontecer. Só faltava saber quando.

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Saiba o que está em causa e como este cenário de subida dos juros pode afetar a prestação do crédito à habitação.

Que aumentos podemos esperar nas prestações do crédito à habitação?

As prestações vão subir à medida que forem revistas nos próximos meses, consoante o contrato tenha sido negociado com a Euribor a 3, a 6 ou a 12 meses. Eis alguns cenários que simulámos para consumidores com contratos de crédito à habitação com spread de 1% e Euribor a 6 meses.

100 mil euros a 30 anos

Prestação média com Euribor a 1%: 369,62 €
Prestação média com Euribor a 2%: 421,60 €
Prestação média com Euribor a 3%: 477,42 €

150 mil euros a 30 anos

Prestação média com Euribor a 1%: 554,43 €
Prestação média com Euribor a 2%: 632,41 €
Prestação média com Euribor a 3%: 716,12 €

200 mil euros a 30 anos

Prestação média com Euribor a 1%: 739,24 €
Prestação média com Euribor a 2%: 843,21 €
Prestação média com Euribor a 3%: 954,83 €

Como posso acautelar uma subida das taxas de juro?

Com base nos cenários apresentados em cima, faça simulações para o seu caso e perspetive o impacto de uma eventual subida dos juros no seu orçamento familiar. Lembre-se de que as prestações de créditos não devem superar 35% do rendimento mensal disponível. Se ultrapassa essa referência, é hora de ponderar renegociar as condições do crédito.

Em alternativa à redução do spread, pondere aumentar o prazo do empréstimo ou estabelecer um período de carência. Ambas as opções permitem um alívio no encargo mensal, mas representam um custo adicional no final do contrato.

Para ficar imune às oscilações das taxas de juro, pode optar por contratar uma taxa fixa. Contudo, atualmente, esta opção ainda implica pagar mais do que nos empréstimos com taxa variável. Mas, no caso de o orçamento familiar já não resistir a grandes variações com a prestação, pode ser uma alternativa a ter em conta, nestes tempos de incerteza. Já se optar por manter a taxa variável, é recomendável que acompanhe a evolução do mercado e vá ajustando o orçamento familiar às novidades.

Pondere amortizar o crédito, caso a taxa de juro líquida da aplicação financeira onde tem as poupanças investidas seja menor do que a taxa de juro nominal do crédito à habitação.

Faça simulações dos seguros que tem agregados ao seu crédito, pode conseguir poupanças significativas.

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A Euribor vai continuar a subir?

As taxas de juro estão a reforçar a sua trajetória ascendente, iniciada nos últimos meses. Atualmente, a Euribor a 12 meses já ultrapassou os 2,6%, e a Euribor a 6 meses, os 2 por cento. Consideramos plausível uma subida destes valores, pelo menos, até ao final do ano.

Quem decide se a taxa de juro sobe ou desce?

Em cada reunião mensal do Banco Central Europeu, pode decidir-se pela manutenção ou alteração da chamada taxa diretora, que o BCE cobra aos bancos para lhes emprestar dinheiro. Uma revisão desta taxa influencia todos os contratos de crédito praticados entre as instituições bancárias, que definem a Euribor. A última revisão aconteceu em setembro de 2022, quando a taxa diretora foi fixada em 1,25 por cento. Esta dinâmica junta-se às do mercado e as expectativas em relação à evolução dos indicadores económicos também influenciam as taxas Euribor definidas pelos bancos europeus, procurando antecipar os próximos passos da política monetária. No final, são estas as taxas que influenciam diretamente os contratos de crédito de taxa variável.

É inevitável corrigir a subida da inflação com a subida da taxa de juro?

Essa é a resposta clássica a cenários de inflação, mas uma variação muito significativa poderia ter consequências nefastas no atual contexto económico. O endividamento dos países, assim como das famílias, está em níveis muito elevados, e a recuperação económica das empresas é ainda muito débil, até porque a pandemia provocou sérios constrangimentos na atividade de muitas instituições nos últimos dois anos. Por outro lado, a subida da inflação, que tem provocado um aumento generalizado dos preços, não está a ser acompanhada pelos salários, reduzindo o poder de compra dos consumidores. Uma correção em alta da taxa de juro tornou-se inevitável e tem acontecido de forma rápida. Este movimento foi antecipado nos mercados financeiros, durante os últimos meses, influenciando a Euribor.

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